Nova detonação de rochas é realizada em obra no bairro Escola Agrícola
No final da manhã desta quarta-feira (28), foi realizada mais uma detonação de rochas em um imóvel localizado na Rua José Deeke, no bairro Escola Agrícola, em Blumenau. No local, está prevista a construção de um novo edifício residencial.
A detonação foi executada com uso de explosivos, após trabalhos preparatórios realizados ao longo da semana, envolvendo máquinas e caminhões, com o objetivo de garantir a segurança da operação. De acordo com informações repassadas por engenheiros responsáveis pelo serviço, foram utilizados mais de 200 quilos de explosivos nesta etapa.
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Como medida adicional de segurança, cerca de 200 cargas de barro foram posicionadas sobre a área detonada, formando um sistema de “abafamento”, técnica utilizada para reduzir a projeção de fragmentos e minimizar impactos. A empresa responsável pelo serviço, reconhecida por sua atuação em obras públicas e privadas dentro e fora da região, informou que todos os protocolos de segurança foram rigorosamente seguidos, incluindo comunicação prévia aos moradores vizinhos.
Apesar de imagens e registros de áudio não refletirem com precisão a realidade do local, o estouro e o tremor puderam ser sentidos a certa distância, o que chamou a atenção de moradores da região. Esta foi a segunda detonação realizada neste patamar da obra. A primeira intervenção, ocorrida anteriormente, também gerou curiosidade e repercussão entre pessoas que residem ou circulam nas proximidades.
Além de todo o preparo para garantir a segurança local, a empresa implantou sismógrafos no local, que é um instrumento geofísico essencial para detectar, medir e registrar as vibrações e ondas sísmicas do solo geradas por terremotos, atividades vulcânicas ou explosões, como no caso dessa operação. E ainda, uma sirene é disparada antes, para chamar a atenção de todos que passam pelo local.
Com a retirada total do material resultante da detonação, será realizada uma nova análise técnica, que irá definir se haverá necessidade de uma nova explosão ou se a obra poderá seguir sem o uso de explosivos nas próximas etapas.
Foto: Jefferson Santos / Mesorregional
