Câncer de cabeça e pescoço avança e já é o terceiro mais comum no Brasil
O câncer de cabeça e pescoço já ocupa a posição de terceiro tipo mais comum no Brasil, trazendo alerta entre especialistas da área da saúde. A doença engloba tumores que atingem regiões como boca, garganta, laringe, faringe, cavidade nasal e glândulas salivares, sendo frequentemente diagnosticada em estágios avançados.
De acordo com dados divulgados por especialistas, um dos principais desafios no combate à doença é o diagnóstico tardio, que reduz significativamente as chances de tratamento eficaz. Isso ocorre porque os sintomas iniciais, como rouquidão persistente, feridas na boca que não cicatrizam, dificuldade para engolir e caroços no pescoço, muitas vezes são ignorados ou confundidos com problemas menos graves.
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Outro fator preocupante está relacionado aos principais fatores de risco. O consumo de tabaco e álcool continua sendo responsável por grande parte dos casos, especialmente quando associados. Além disso, a infecção pelo vírus HPV (Papilomavírus Humano) também tem sido cada vez mais relacionada ao desenvolvimento desse tipo de câncer, especialmente em pessoas mais jovens.
Especialistas destacam que a prevenção é uma das principais formas de reduzir os casos da doença. Entre as medidas recomendadas estão a cessação do tabagismo, moderação no consumo de bebidas alcoólicas, vacinação contra o HPV e a realização de consultas médicas regulares, principalmente ao surgimento de sintomas persistentes.
O tratamento varia de acordo com o estágio do tumor e pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, podendo impactar significativamente a qualidade de vida do paciente, especialmente em funções como fala, respiração e alimentação.
Diante desse cenário, profissionais da saúde reforçam a importância da informação e do diagnóstico precoce, fundamentais para aumentar as chances de cura e reduzir a mortalidade associada à doença.
Informações de: Agência Brasil
Foto: SBCO/Divulgação
