Eleição de Biden como presidente é confirmada nos EUA

O Colégio Eleitoral dos Estados Unidos oficializou, nesta segunda-feira (14), a vitória de Joe Biden na eleição presidencial americana de 3 de novembro.

A confirmação veio com a reunião de delegados em seus respectivos estados para escolher formalmente o democrata como o 46º presidente estadunidense e Kamala Harris – primeira mulher negra eleita como vice -, após 41 dias do pleito.

Agora, as cédulas serão enviadas para Washington, onde serão formalmente recebidas em uma cerimônia solene em janeiro no Congresso, sendo que a posse dos eleitos está prevista para 20 de janeiro de 2021.

Biden e Harris ultrapassaram oficialmente os 270 votos mínimos no Colégio Eleitoral para vencer a disputa contra o atual presidente Donald Trump (Reblicanos), após os 55 votos da Califórnia.

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Ao todo, a dupla deve conquistar os 306 delegados, contra 232 do republicano. O número é o mesmo que havia sido projetado pela imprensa americana e muito expressivo, ainda que não aceito pelo perdedor, Trump.

Os resultados da votação já haviam sido certificados pelos 50 estados americanos, assim como pelo Distrito de Columbia, capital de Washington.

Comportamento de Trump

Mesmo sendo apenas meramente um rito protocolar nas eleições americanas do último século, em 2020 a reunião dos delegados eleitorais aconteceu enquanto o atual presidente, o republicano Donald Trump, seguiu repetindo acusações infundadas de fraude eleitoral, se recusando a conceder a derrota ao democrata e investindo em tentativas de reverter o resultado.

Trump ainda quer repudiar e não aceitar a vitória de seu adversário, mas a Suprema Corte americana já definiu que não há mais possibilidade de se usar a Justiça para mudar o resultado das eleições ocorridas em novembro. Sem se manifestar sobre o resultado final, o derrotado anunciou a despedida de William Barr, procurador geral nomeado por ele e que há alguns dias o contrariou ao afirmar não haver fraude eleitoral.

A confirmação de Biden no Colégio Eleitoral deve efetivamente impossibilitar qualquer tipo de virada de mesa e assegurar que o democrata passe a ocupar a Casa Branca, mas definitivamente isso não significa que Trump abandonará a linha de ataque e concederá a eleição. Ele já deixou bem claro que não aceita a derreta, ou seja, o “choro” deve continuar…

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