Hospitais de Santa Catarina mantêm atendimento, mas movimento em emergência cai pela metade

A Secretaria de Estado da Saúde relatou no início da tarde desta segunda-feira (28), oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros em todo o Brasil, que a dificuldade de locomoção da população está fazendo com que o movimento em hospitais públicos de Santa Catarina apresente redução que chega a 50% em algumas unidades.

O Governo do Estado, afirma que por meio do trabalho executado pelo Comitê de Crise, vem garantindo o abastecimento de insumos hospitalares (oxigênio, soro, entre outros) e medicamentos para o pleno funcionamento dos hospitais. Isso tem garantido que não haja prejuízo para pacientes que necessitaram de atendimento emergencial, porém a greve dos caminhoneiros refletiu no adiamento de cirurgias eletivas em diversas cidades catarinenses.

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Também na tarde de hoje, o Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, de Itajaí, emitiu uma nota de esclarecimento informando que a greve impacta no recebimento de insumos. Ainda e acordo com o governo de SC, o Marieta recebeu suprimento de gás após escolta coordenada pelas equipes do Governo do Estado e da Polícia Militar e das Forças Armadas.

 

Confira na íntegra a Nota de Esclarecimento emitida pelo Hospital Marieta:

Devido à greve dos caminhoneiros e a situação enfrentada no país na última semana, o fornecimento de insumos no Hospital Marieta segue afetado, assim como os demais hospitais privados e filantrópicos de Santa Catarina. A unidade hospitalar reforça que instituiu um comitê de crises para criar ações de prevenção para não impactar o processo interno de atendimento.

O Hospital Marieta reforça que os serviços de urgência e emergência estão mantidos e funcionam normalmente, somente as cirurgias eletivas permanecem canceladas. A direção está constantemente em contato com a Defesa Civil para avaliar o impacto em fornecimento de insumos.

Nesta segunda-feira (28/5), uma escolta garantirá o recebimento de uma carga de gases GLP no Hospital Marieta. Com o apoio do Governo do Estado, a direção hospitalar traça estratégias para garantir os medicamentos, que devem faltar nos próximos dias, caso a situação não normalize.

 

Foto: Divulgação / SES

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