Suspeito de tortura e estupro contra idosa em Apiúna é preso pela Polícia Civil
A Polícia Civil confirmou nesta quinta-feira (28) a prisão do homem suspeito de cometer crimes de tortura e estupro contra uma idosa de 67 anos no município de Apiúna, no Vale do Itajaí.
A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Município de Apiúna e teve início após familiares da vítima procurarem a Polícia Civil no último dia 22 de maio para registrar a ocorrência.
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Segundo as informações divulgadas pela corporação, os fatos teriam ocorrido na noite do dia 21 de maio, em uma residência localizada às margens da BR-470, no bairro São Pedro.
De acordo com a investigação, uma vizinha da vítima passou a desconfiar que a idosa estivesse sendo submetida a agressões constantes pelo companheiro.
Diante da suspeita, ela teria registrado imagens das agressões antes de intervir e comunicar os familiares da vítima.
Os vídeos apresentados à Polícia Civil passaram a integrar o inquérito policial instaurado para apurar os crimes de tortura e estupro, além de outras infrações penais eventualmente relacionadas ao caso.
Conforme os relatos apresentados pelos familiares, a vítima já teria sofrido violência anteriormente praticada pelo mesmo homem.
A idosa chegou a prestar depoimento à Polícia Civil, porém apresentava sinais de sedação durante o atendimento.
Após a análise preliminar das imagens e dos depoimentos colhidos, o delegado responsável representou pela concessão de medidas protetivas de urgência em favor da vítima, que foram deferidas pelo Poder Judiciário.
Atualmente, a mulher permanece internada em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas sem risco de morte.
Prisão em Ibirama
Cerca de 24 horas após a divulgação oficial da investigação, a Polícia Civil localizou e prendeu o suspeito.
Segundo o delegado Bruno Fernando, o homem, de 44 anos, foi encontrado escondido na residência de uma irmã, no município de Ibirama.
Contra ele foi cumprido mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais, devendo passar por audiência de custódia e permanecer à disposição do Poder Judiciário.
As investigações continuam para o completo esclarecimento do caso.
Foto: Divulgação / PCSC
