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Confira a apresentação de Taiza Noelli de Melo Schmitz, nova colunista do Mesorregional

Com muita alegria e gratidão aceitei o convite do brilhante jornalista Jefferson Santos, para contribuir com artigos e com um bate papo bem diferenciado com os leitores e seguidores do Mesorregional sobre os seus Direitos.

Trarei uma linguagem mais simples e fácil de entender, para que os leigos no assunto possam ter acesso ao seu direito e para dirimir as muitas dúvidas que permeiam o Direito do Trabalho e Direito de família das quais são minhas áreas de atuação.

Me sinto honrada como mulher, negra, advogada e empreendedora em poder compartilhar com vocês sobre assuntos das quais eu sou apaixonada: O DIREITO.

A procura por divórcio tem aumentado durante o período de isolamento social provocado pela pandemia da covid-19. Esse fato é  devido ao convívio intenso em virtude da quarentena tem sobrecarregado física e emocionalmente as famílias brasileiras.

Acredita-se que cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres, e a reclamação mais frequente é a tripla jornada. “Essas mulheres trabalham, cuidam dos filhos e cuidam da casa. Então, elas não aguentam relacionamentos machistas”,

No Brasil há dois tipos de divórcios. No mais simples, chamado de “extrajudicial”, casais podem se separar de forma mais rápida, pelo cartório, amigavelmente. Já o divórcio judicial ou litigioso é realizado diante de um juiz e envolve questões mais complexas como falta de consenso entre o casal, partilha de bens, pensão e guarda de filhos.

Todavia, existem pessoas que por medo de por fatores financeiros acabam permanecendo em um relacionamento abusivo ou infeliz, no qual decorrem de violência doméstica, física e até mesmo psicológica, que muitas vezes incorrem no companheiro respondendo na Lei Maria da Penha.

E esse será o tema da nossa próxima conversa, como está sendo a aplicação da Lei em época de pandemia e se as medidas protetivas tem sido realmente respeitadas.

Quem é a colunista:

Advogada e sócia proprietária do escritório MELO SCHMITZ, formada pela FURB em 2013, Pós graduanda em Direito de Família, pela Faculdade UniDomBosco.

Drª Taiza foi conciliadora no Juizado Especial Cível de Blumenau de 2015 a 2017. Foi árbitra e mediadora pela MEDIARVI, e também na CMAB (Câmara de Mediação e Arbitragem em Blumenau) onde descobriu a paixão pela Mediação de conflitos. Dra Taiza atua nas áreas de direito de família e trabalhista.

Membra da Comissão do Direito de Família da OAB de Blumenau-SC.

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